quarta-feira, 29 de janeiro de 2014

O Carpinteiro


Um velho carpinteiro estava para se aposentar. Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas para viver uma vida mais calma com a sua família. Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal, mas ele precisava da aposentadoria.
O dono da empresa sentiu muito em saber que perderia um de seus melhores empregados, e pediu a ele que construísse uma última casa como favor especial. O carpinteiro consentiu, mas com o tempo era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e apenas queria "se livrar" o mais rapidamente possível deste trabalho, trabalhou com  má vontade e utilizou matéria-prima de qualidade inferior. Foi um maneira lamentável de encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou o trabalho, o dono da empresa veio inspecionar a casa,e, para a surpresa geral, entregou a chave da porta ao carpinteiro. "Esta é a sua casa", ele disse, é o meu presente a você.
Que alegria ! E ao mesmo tempo que vergonha! Se o carpinteiro soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria relaxado. Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer maneira. Ele pensou  muitas vezes: " puxa, se pudesse voltar atrás..."

Assim acontece conosco. Muitas vezes nós construímos nossas vidas de maneira distraída, reagindo mais que agindo, desejando colocar menos do que o melhor,não parando na própria vida e no tempo que sempre passa. Nos assuntos importantes nós não empenhamos nosso melhor esforço. Então, em choque, nós olhamos para a situação que criamos e vemos que estamos "morando na casa que construímos". Se soubéssemos disso, teríamos feito diferente.
Pense sobre a sua vida. Cada dia você martela um prego novo, coloca uma armação ou levanta uma parede. Construa sabiamente. É a única vida que você construirá. Sua vida de hoje é resultado de suas atitudes e escolhas feitas no passado. Sua vida de amanhã será resultado de suas atitudes e escolhas que fizer.  

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Meu 1º Selinho

Quero agradecer de coração a Sueli Carvalho, do blog http://paozinhodoceumaria.blogspot.com.br/
pelo selinho, eu amei ficou uma graça. Que Deus sempre abençoe a sua vocação.



Beijos e Abraços
A paz de Jesus e o amor de Maria!!!!
Wânia :)

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Orar com o Espírito Santo


Para rezar bem o primeiro passo, depois de clamar o Espírito Santo, é ser verdadeiro naquilo que sou capaz e perder o medo de enxergar o próprio pecado, embora as nossas trevas não sejam só pecados, trevas também podem ser traumas em nossa vida e que nos escravizam e nos impedem de viver.
A Palavra de Deus nos diz:

 "Do mesmo modo, também o Espírito Santo vem em auxílio da nossa fraqueza, pois nem sabemos o quem convém pedir, mas o próprio Espírito intercede por nós com gemidos inefáveis. Rom. 8,26"


Para ser conduzido pelo Espírito Santo é preciso reconhecer-se fraco, um dos grandes desafios da sociedade moderna é que eu não posso ser fraco, eu não tenho que viver como um fraco, mas eu tenho que admitir minhas fraquezas, sem verdade não há santidade e a primeira atitude para reconhecer que sou fraco é reconhecer-me pecador, se não estou em pecado eu sou potencialmente uma pessoa capaz de pecar, aquele que não se vê capaz de pecar já está em pecado.
Então, devemos clamar o Espírito Santo porque não sabemos orar nem pedir como convém, ninguém reza sozinho, pelo poder do Espírito Santo é que nós rezamos, nós não sabemos o que pedir. Jesus mesmo nos ensina os caminhos da oração:

“Quando quiserdes orar, entra para o teu quarto, fecha a porta e ora em segredo, por que o teu pai que está no céu te escutará…”Mt 6, 6


Portanto, para rezar bem, precisamos da ação do Espírito, e é Ele que você clamará agora para sua vida, não deixe para amanhã, suplique hoje mesmo, vem Espírito ora em mim, ora por mim…

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

O enterro da Igreja



Certa vez, um padre muito experiente foi nomeado vigário de uma Paróquia do interior. Cheio de alegria, juntou suas malas e foi para aquela cidadezinha, pronto para iniciar seus trabalhos.

Chegando, porém, à nova Paróquia, o que o padre encontrou não foi nada animador. O povo daquela cidade nem queria saber de Igreja. O padre convidava o povo para a missa e não aparecia ninguém. Só uma meia dúzia de senhoras. O padre convidava para um encontro e não aparecia ninguém. Só uma meia dúzia de senhoras. Convidava para uma festa e não aparecia ninguém. Só aquela mesma meia dúzia de senhoras. O padre ia ficando cada vez mais preocupado.

Um dia, ele resolveu visitar todas as casas da cidade. E em toda casa em que ele entrava, ouvia a mesma gozação: “Que é isso, seu vigário? Esse negócio de Igreja já era. A Igreja aqui já morreu há muito tempo”.
O padre ficou impressionado, todos diziam a mesma coisa: “A Igreja aqui já morreu há muito tempo”.

Então, o padre teve uma idéia:

- Vamos fazer o enterro da Igreja. Se a Igreja morreu, precisamos enterrá-la.

O povo achou que o padre havia pirado e foi lá para ver. No dia marcado, na hora certa, o povo lotou a igreja para ver o enterro. O padre havia enfeitado toda a igreja e, na frente, havia colocado um enorme caixão. Todos rezaram e cantaram diante do caixão fechado, achando aquilo tudo muito misterioso e engraçado.

No fim da missa, antes de sair com o caixão, o padre convidou todo o povo para dar a última olhada na defunta, conforme é costume. E combinou o seguinte: Quem olhar a defunta e achar que devemos enterrá-la fique de pé. Quem, porém, ao vê-la, mudar de idéia volte e sente-se em seu lugar.

E o povo fez longa fila para ver a defunta, tamanha era sua curiosidade. Aconteceu, porém, uma coisa engraçada. Todos os que passavam pelo caixão olhavam lá dentro e saíam assustados, correndo para sentar-se. Uns ficavam vermelhos, outros sérios, mas todos queriam sentar-se, desistindo de enterrar a Igreja.

Quando terminou a fila, todos estavam sentados. Ninguém ficou de pé. Ninguém mais queria enterrar a Igreja. É que o padre havia colocado um enorme espelho dentro do caixão. O povo, ao olhar a defunta, via sua própria imagem. Eles eram os verdadeiros defuntos.

Foi assim que aquela cidade compreendeu que a Igreja é o povo. E, se a Igreja morre, é porque o povo não se compromete nem aceita seguir Jesus.

Por isso, fique firme na vida comunitária e participe ativamente dela, sem desanimar...

Fonte: http://www.fiquefirme.com.br